Este blog surgiu no mesmo dia que um gato nasceu no meu telhado enquanto eu escrevia ele miava, então comecei a conversar com ele sobre politica, globalização, massmedia, tecnologia, meio ambiente, artes e variedades. Esse blog está sob controle, coordenação, criação, fotos e imagens de um Jornalista, paulistano e inconformado com a atual situação dessa desordem disfarçada de nação, onde o rabo balança o cachorro e um gato que gosta de Adorno.
Quem sou eu
- Eduardo Whitesocks
- São Paulo, SP, Brazil
- Jornalista em busca dos chips de consciência coletiva para o mundo capitalista moderno. Essa matéria vai dar o que falar. Gosto de escrever de noite com a Lua do meu lado, assim me sinto perto de casa. Antí-massmedia interessados na massificação da bunda, violência e porcarias. Estou a espera do novo, útil, funcional e educacional. Enquanto esse dia não vem, sigo com este blog na tentativa singular de mudar este mundo caótico e cada vez mais quente. Minha pauta favorita é a vida, acordar e ter a possibilidade de fazer cada dia, um dia diferente, tenho 24 horas para ser feliz neste planeta cansado e doente.
quarta-feira, agosto 18, 2010
Serra comedor...
O publicitário que criou este texto, deve ter dormindo pouco no dia que criou essa frase:
sexta-feira, agosto 13, 2010
Audiência Banal

Estou sem sono e navegando no twitter, vi um link que me direcionou para um site da NASA, onde se transmitia um stream da chuva de meteoros programada para hoje.
Agora imagina! Quase 30 mil pessoas ficaram observando essa imagem:

É isso mesmo!! 30 mil pessoas, observando uma bola preta com uns espermatozóides no canto superior direito. Caramba, eu não imaginava que meteoro tinha esse poder de atração.
Sempre achei que nada pudesse superar a putaria na twitcam.
Mas qual conclusão eu chego? Porra, como tem gente desocupada no mundo, com acesso a internet banda larga. E o pior de tudo. A grande maioria era composta por Brasileiros.
Não me surpreenderia se a transmissão da chuva de meteoros via stream fosse a vingança dos gringos contra o Cala a Boca Galvão (Save Galvão Birds).
Mas whatever, o importante é que o mundo não vai acabar, apesar de hoje ser sexta-feira 13, de Agosto, e com chuva de meteoros via stream da NASA.
Ah tá, bom dia!
quinta-feira, agosto 12, 2010
No trabalho
Esperando a hora de partir para minha morada, ficar com a minha amada...
Viver...
Viver pra mim...
Pra ela....
e
Você?
quinta-feira, outubro 29, 2009
quarta-feira, abril 22, 2009
Imagem não é nada.
Putz, confesso, até eu fiquei perplexo quando essa mulher abriu a boca.
Segue uma versão com legendas em português.
http://www.youtube.com/watch?v=Z2NbcTD_u0k
Para quem assistiu o video tenho certeza que modou de alguma o jeito de olhar para aquele seu vizinho ou colega de trabalho um pouco "fora dos padrões".
Um abraço.
sexta-feira, abril 17, 2009
Paixões ou obrigações?
Preciso atualizar o blog com mais frequencia, desculpem estou voltando aos poucos.
Vou falar de Formula 1, sim aquele esporte onde 22 homens-placas com seus escassos patrocinadores em tempos de crise economica mundial disputam o primeiro lugar. Sinceramente eu gosto de assistir as corridas, claro que na época do Piquet e Senna era melhor, mas não quero parecer um cara da meia-idade do tipo: "Corrida de verdade era em 1995 até 99". Bobagem.
Hoje acho que gosto mais de assistir, pois entendo como funciona a aerodinamica dos carros, a tecnologia das equipes, tem um motivo mais atraente, uma equipe nova que está botando as gigantes para comer poeira.
Essa equipe chama-se Brawn GP, antiga Honda que faliu por causa da crise. Um dos pilotos é o mais experiente da Formula 1, Rubens Barrichelo.
Rubinho estava disputando a vaga na equipe com Bruno Senna (sobrinho do Ayton Senna).
Ross Brawn, dono da equipe escolheu Barrichelo.
A Brawn GP, tem o melhor carro da temporada e Rubinho chegou em segundo lugar nas duas primeiras etapas do campeonato.
O que faz Rubens Barrichelo ainda continuar correndo: dinheiro ou prazer de pilotar?
Eu gosto de fazer as coisas por prazer, por isso tenho este blog e adoro tirar fotos!
O trabalho é nossa energia aplicada em alguma atividade para transformar e devolver algo novo para o ambiente.
Será que Bruno Senna aceitaria um papel de assistente de piloto?
Para refrescar nossa memória é interesssante ver este video, reparem quem era o diretor da Ferrari.
Um grande abraço!
segunda-feira, abril 06, 2009
A revolução não será televisionada
Hoje quero dar uma dica de documentário para você assisterem quando tiverem de saco cheio de Faustão, Hebe, Gugu e Zeca Camargo.
O documentário: A revolução não será televisionada é um relato imparcial do golpe militar sofrido por Hugo Chaves em 2002.
Antes deste fato teve outro acontecimento muito importante no mundo, o atentado de 11 de setembro nos Estados Unidos.
Esse golpe militar na Venezuela foi articulado pela CIA, muito parecido com o golpe militar que foi instaurado no Brasil nos anos 60.
Este documentário é um relato vivo da influência dos Estados Unidos na America Latina e como os meios de comunicação estão a serviços das grandes multinacionais em detrimento da informação verdadeira e imparcial que a população tem direito.
Ao contrário dos governos que estão até a alma comprometidos em garantir os interesses do capital financeiro internacional, o governo Chavez segue tomando medidas que atingem o imperialismo e as classes dominantes da Venezuela. Os acontecimentos registrados pelo documentário levaram o presidente Hugo Chavez e a maioria de seu governo a avançarem e implementarem medidas de estímulo à organização política do povo venezuelano a fim de resistir à ofensiva do imperialismo e impulsionar a “revolução bolivariana”.
Ficha Técnica:
Filmado e dirigido por: Kim Bartley e Donnacha O’Briain
Produção: Power Picture associada à Agencia de Cinema da Irlanda
Edição: Angel H. Zoido
Produtor Executivo: Rod Stonemann
Produzido por: David Power
Irlanda, 2003.
Duração:74 minutos, legendas em português.
Para desligar o som do blog é só clicar no stop do player do lado direito.
domingo, abril 05, 2009
Domingo
Hoje só quero sentir o que é bom. Aquilo que é gostoso. Sentir o Sol batendo na cara de manhã. Cheiro de Pão de Queijo, chocolate gelado.
Apesar da minha semana comprida, estou descansando. Correr no meio das árvores e ouvir uma música enquanto corro no meio das fezes do parque da prefeitura.
Quando se tem mais de trinta anos, perder a barriga não é fácil.
Mas tudo bem, tenho pouco dinheiro no bolso, mas não é culpa da crise econômica mundial. Enfim, não me importa.
Tenho um par de gatos safados e uma mulher com cabelos brilhantes. Ela. Ser amado.
Amanhã tem mais trabalho, trabalho e trabalho.
Até chegar outro dia, para você descansar novamente.
Eduardo Vinha by Fog
Músicas que eu não recomendo!!!
Eu sou um cara que gosto de ouvir música boa, mas tem muita coisa bizarra por ai.
Olha só esses dois, com o hit "Fui chifrado na internet".
Suuuuuucesso (Ecaaaa).
sexta-feira, abril 03, 2009
Estou voltando
AlÔÔÔÔÔÔÔÔÔ
Tem alguém aqui??
Estou voltando.....
Aguardem!
MEOWWWWWWW!!!
segunda-feira, novembro 26, 2007
É pic, é pic...é pic, é pic, é pic!!!

É pic, é pic...é pic, é pic, é pic!!!
Saudades leitores amados. Faz tempo, tenho que confessar que este blog está passando por mais uma metamorfose. Antes eu só postava aqui para ganhar créditos durante a minha faculdade, depois peguei gosto pela coisa e agora isso aqui parece mais meu muro das lamentações moderno.
Eu estou feliz, dois amigos lembraram da existência deste criador de gato metido a blogueiro e com mania de falar “caralho” quando algo de bom (ou ruim) acontece!!
Estou com saldo negativo no banco e também recebi uma ligação do Bradesco, mas não era para dar parabéns, mas para me cobrar de uma “pendência” junto a minha agência.
Na hora eu falei sabe o que?
Rs...rs..rs....
E-mails foram vários e a noite cheguei em casa e foi recebido por um telefonema dos meus pais. Uau!!
Valeu, neste mundo capitalista pseudo-moderno, provavelmente eu compraria tudo isso com Master Card.
But in the World of whitesocks, nothing can buy this fellings.
Até o ano que vem se Deus quiser!!
Eduardo Vinha
domingo, setembro 30, 2007
A história de Antônio - Parte II
As coisas não andam nada bem, para nosso amigo Antônio, as entrevistas de emprego continuam aparecendo, mas a tão esperada volta ao mercado de trabalho ainda não se concretizou.No mundo capitalista, você é aquilo que você pertence, sua conta bancária está no azul, seu carro é o ano, então tudo bem, todos te amam e o universo te respeita. Realidade distante de alguns milhões, ou quem sabe até bilhões de pessoas que vivem no planeta Terra, a filial do inferno, paraíso de poucos.
Não vou muito longe, para contar a continuação dessa história que começou no post anterior. Antônio está cada vez mais desanimado, com muitos poucos amigos, e nenhum com influência para colocá-lo em um emprego qualquer.
Seu porto seguro agora se resume aos seus pais, sim, os pais nunca viram as costas para seus filhos e apesar de toda sorte de Antônio estar soterrada debaixo de sete palmos, ainda ele pode contar com a ajuda de seus criadores.
Por isso é sempre bom lembrar, ame seus pais.
Amor não resiste à falta de dinheiro, e ele sabia que mais cedo, ou mais tarde a sua esposa iria estourar. Agora, Antônio é um vagabundo que só sabe ver jogo de futebol pela televisão e ler bobagens na internet. Palavras de sua esposa.
Imagine a situação, você desempregado (e desesperado), sua dívidas aumentando seu nome do Serasa (com o nome no cadastro de inadimplentes é impossível arrumar uma nova colocação no mercado, no Brasil, todas as empresas realizam uma pesquisa para ver se você está com o nome limpo, que paradoxo mais tupiniquim), agora aquela pessoa que estava ao seu lado, está contra você.
A vida continua, e na próxima entrevista, Antônio tem estar impecável, sorridente, comunicativo, prestativo e atento a todas as perguntas da selecionadora.
Nervos de aço para uma alma de banana, é isso que o mercado quer, seus problemas ficam do lado de fora da sala, lá dentro você é um cara forte e capaz, mesmo concorrendo com os Q.Is (Quem Indica) da vida.
Em casa, ele nem pode dizer nada, a paciência da sua esposa até que durou muito, já que Antônio está desempregado a quase um ano. Podemos chamá-lo de vagabundo, a coragem que ele tinha para olhar no espelho, hoje ele não tem mais, justo Antônio que toda a noite chorava por não conseguir uma recolocação, seu senso auto-crítico parece que perdeu a voz, diante das afirmações de sua esposa.
Antônio não tem coragem mais para olhar nos olhos daquela pessoa que estava do seu lado, dando apoio e atenção. A vergonha de ser inútil é uma das piores sensações que um homem pode sentir.
De todas as bobagens que Antônio lê na internet, essa é a mais triste e verdadeira delas.
sexta-feira, setembro 21, 2007
A história de Antônio

O desemprego pegou Antônio de surpresa, após 20 anos de trabalho em uma mesma empresa, não esperava sua demissão.
No início parecia fácil, mas com o tempo, não sabia o que fazer com o tempo livre, e começou a trocar o dia pela noite. Sentindo-se um estranho dentro de sua própria casa, experenciando situações antes inimagináveis, passou a se sentir sozinho e deslocado.
A vida social tornou-se um problema e Antônio não sabe mais responder ao questionamento de sua família. É muito difícil o enfrentamento com uma sociedade que julga de maneira negativa o desempregado.
Todos nós crescemos ouvindo que 'o trabalho enobrece o homem', que 'vagabundo é aquele que não trabalha', e que 'só não trabalha quem não quer' e com Antônio não foi diferente.
A temática da marginalização acompanha o desempregado que tem no tempo seu maior desestabilizador, pois quanto mais o tempo passa, mais difícil retornar ao mercado de trabalho, mais difícil ser aceito nas entrevistas de recrutamento, mais fácil ser rejeitado, mais fácil se sujeitar a qualquer trabalho mal remunerado, mais fácil a família desistir e amigos se afastarem.
Nos caminhos tortuosos da compreensão que o desemprego exige, Antônio tenta compreender o que se passa, porque se sente estranho e por que todos vêem de forma banal seu sofrimento.
O problema é que o desemprego não tem data de término, e Antonio não sabe quanto tempo vai durar, o futuro para ele é uma incógnita e a espera só o fragiliza.
A partir do momento em que o sujeito está desempregado e quer retornar ao mercado de trabalho, suas aflições passam a ser muitas.
Às vezes o medo, as vezes a culpa, as vezes a angústia. Esses são os sentimentos que se misturam no dia a dia de Antônio.
O medo é o de não conseguir restabelecer-se. A culpa por se sentir responsável pela perda do emprego, a angustia por não saber como será o seu amanhã.
Antônio busca constantemente compreender a demissão, sempre se perguntando: Onde foi que eu errei ?
É natural buscar razões e motivos para o ocorrido. Quase sempre, quando fazem um balanço de sua história profissional, tendem a culpar-se e a responsabilizar-se pela perda do emprego.
Falar sobre a perda do emprego é falar sobre algo tão importante que pode alterar o modo de relação do sujeito consigo, com sua vida e com os outros. O desemprego afeta a forma de ser dos indivíduos, as estruturas familiares e sociais.
Os trabalhadores demitidos estão diante da ruptura de uma história, questionam-se sobre seus valores, sobre seu futuro, sobre suas vidas. A perda do emprego pode representar para o sujeito não uma, mas inúmeras perdas e rupturas.
A história de Antonio é como muitas outras histórias, de luta e sofrimento. O caminho não é tranqüilo, lidar com o desemprego é sofrer constantes feridas e cicatrizações. Ter que se refazer é o que constantemente tem que se fazer para enfrentar mais um dia. Isso me lembra o próprio Mito de Fênix, ave mitológica que tem o poder de se reproduzir sozinha, após atear fogo em si própria, renasce das suas próprias cinzas.
sexta-feira, julho 20, 2007
Vamos celebrar, in memorian

quarta-feira, julho 11, 2007
Loading...

De volta a São Paulo, estou bem, não sinto o peso do diploma nas minhas costas, apesar de saber o valor de todo conhecimento adquirido durante o processo de formação profissional, o famoso "nível superior".
Sorte do Renan, Roriz e colegas com anel de doutor que escaparam das garras do blog do Fog, falando em felinos, ele ganhou uma irmã, a Izzie Luna of Whitesocks.
Mas fora do meu bunker é impossível não sentir o cheiro da impunidade que permanece no Brasil, hoje e sempre.
Tudo bem, que agora não temos mais a censura e qualquer gato pode criar um blog e dizer (miar) o que a mídia não diz (mia).
Carreguei as baterias, limpei as lentes e conectei meu micro, a rede está formada...
Transformando fatos do cotidiano em momentos de alegria, reflexão e renovação.

Eduardo Vinha
terça-feira, julho 10, 2007
As caras da informalidade
Conforme consta no post anterior, aqui está o resultado de muito trabalho e dedicação.
Foi difícil, praticamente um ano de pesquisa de campo na busca dos personagens perfeitos de um mundo marginalizado pela grande mídia.
Pessoas com nível superior trabalhando de madrugada nas ruas do Brás, uma Psicológa vendendo doces na Avenida Paulista e o cara que abraçou a causa do hot-dog e hoje é um empresário de sucesso.
Histórias de vida retratadas em 10 minutos, a edição está rápida e dou minha palavra que não está cansativo.
Espero que eu consiga transmitir a minha mensagem a todos que assistirem.
Eduardo Vinha
sábado, junho 30, 2007
Com a palavra: O Bacharel...

É com muito orgulho que escrevo esse post, na minha atual posição de jornalista formado.
Foram quatro anos de muitas alegrias, conhecimento, aprendizado, cervejas, risadas, debates, brigas, discussões, xerox (muito xerox), projetos e amizade.
Fazer um curso onde se aprende como surgiu e como funcionam os meios de comunicação de massa, ter a oportunidade de conhecer matérias fascinantes como: filosofia, cultura brasileira, história da arte, jornalismo especializado, sistemas multimidias e internacionais da comunicação.
Não podemos esquecer da parte fria, como a Lei da Impresa e a Metodologia Cientifíca.
Voltando no tempo, lembro da bagunça, quando publicitários e jornalistas conviviam no mesmo ecossistema.
Não esquecerei vocês nunca, mesmo com aquela história de foto minha de cueca "bem louco" na rua.
Como disse a minha colega, a jornalista Mara Riveiros: " a gente só guarda na memória, os bons momentos, os problemas e dificuldade ficam para trás". Concordo plenamente.
Durante a percurso, muitos ficaram no meio do caminho, por problemas financeiros, pessoais, etc...
E também ocorreu a divisão: de um lado os publicitários e de outro os jornalistas.
A partir deste momento, comecei a sentir saudades, das conversas que atrapalhavam o professor Rouanet, das bobagens do Carlinhos Lindo, do Chen e do Parra, também é impossível esquecer do professor Sandro de PP.
Tive a chance de conhecer duas mulheres maravilhosas: Vera Vozzo e Regina Ros, vocês são demais, pela atitude, pró-atividade e amizade. Que os mais jovens possam enxergar o que eu vi em vocês.
Em contra-partida, a turma de jornalismo, tem uma outra energia, muito rancor, inveja, raiva, ganância e imaturidade, sei lá, mas parece que algumas pessoas já nascem com o DNA de fura-olho, sai fora, tô longe dessa gente....
Ainda bem que existe as exceções: Juliane, Priscila, Marcelo, Vitor, Lygia, Bruna (parabéns pelo seu 10!!), Camila, Nuria, Susan e claro da Mara Riveiros.
Aqueles colegas que pisaram na bola, ou quase nunca apareceriam na sala de aula e mesmo assim conseguiram o diploma a custa de muito atestado médico eu desejo muita saúde e coragem, pois o mercado de trabalho não tolera essa postura.
Porém prefiro continuar a parte boa da história e sigo em frente com a parte dos "confetes".
Meus mestres: Vitral, Sandro, Marina, Rouanet, Eiko, Lara, Pedro, Tereza, André, Rosemarie, Arthur, Sérgio e especialmente meus orientadores do projeto experimental: Vanice Assaz e Luis Santoro, muito obrigado por todo o conhecimento que vocês jogaram na minha mente.
Ao coordenador do curso de Comunicação Social, Franklin Valverde, agradeço pela paciência e apoio durante todo o processo de conhecimento. Obrigado a Universidade São Marcos, pela visão social que esse instituição possui.
Hoje eu enxergo o mundo com outros olhos, graças a todos vocês.
Finalizando, quero dedicar esse diploma a meus pais (Antônio e Maria de Lourdes) e familia, a minha mulher Janaina Vinha e meus dois felinos: Fog e Izzie.
Vocês são os responsáveis pela coragem que existe dentro de mim, pela força, espero ser merecedor de tanta energia positiva e prometo não desapontar, fraquejar, muito menos desistir.
Pessoal da TV São Marcos valeu pela chance, adorei...
Ricardo (Edição), obrigado pelas horas extras...
Saudades, agora é partir para os novos desafios e guardar na memória, tudo de bom que aconteceu nesses quatro anos...
Universidade São Marcos, muito obrigado!!
Eduardo Vinha

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Em breve o meu documentário...aguardem!!!
terça-feira, junho 26, 2007
Só preciso de um pouco mais de fôlego

Última semana de aula, toda a adrenalina está a flôr-da-pele, você aumenta seu batimento cardíaco, atráves de muita ansiedade, cigarros, medo, impaciência, coragem e outros tantos...
Que esses dias sejam breves, longos, não interessa, o importante é a intensidade dos fatos e a simplicidade da realidade.
Eduardo Vinha
terça-feira, junho 19, 2007
Hoje eu não vou falar "de nada"


"Como ele, como a mãe dele que eu conheci também..."
#fail total
fonte: youtube