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São Paulo, SP, Brazil
Jornalista em busca dos chips de consciência coletiva para o mundo capitalista moderno. Essa matéria vai dar o que falar. Gosto de escrever de noite com a Lua do meu lado, assim me sinto perto de casa. Antí-massmedia interessados na massificação da bunda, violência e porcarias. Estou a espera do novo, útil, funcional e educacional. Enquanto esse dia não vem, sigo com este blog na tentativa singular de mudar este mundo caótico e cada vez mais quente. Minha pauta favorita é a vida, acordar e ter a possibilidade de fazer cada dia, um dia diferente, tenho 24 horas para ser feliz neste planeta cansado e doente.

segunda-feira, abril 06, 2009

A revolução não será televisionada

Queridos leitores, boa noite.

Hoje quero dar uma dica de documentário para você assisterem quando tiverem de saco cheio de Faustão, Hebe, Gugu e Zeca Camargo.

O documentário: A revolução não será televisionada é um relato imparcial do golpe militar sofrido por Hugo Chaves em 2002.

Antes deste fato teve outro acontecimento muito importante no mundo, o atentado de 11 de setembro nos Estados Unidos.

Esse golpe militar na Venezuela foi articulado pela CIA, muito parecido com o golpe militar que foi instaurado no Brasil nos anos 60.

Este documentário é um relato vivo da influência dos Estados Unidos na America Latina e como os meios de comunicação estão a serviços das grandes multinacionais em detrimento da informação verdadeira e imparcial que a população tem direito.

A preparação e organização dos trabalhadores e das massas populares para fazer frente ao antagonismo das classes dominantes e do imperialismo norte-americano, que a luta de classes coloca na ordem do dia, não pode depender da iniciativa “espontânea” das massas exploradas. O fato de, neste episódio, elas terem se levantado e vencido o golpe não poderia justificar a manutenção desse nível de organização política. Debilidade que se evidenciaria perigosa para a defesa dos interesses do povo venezuelano.
Estes pontos estimulam todos os revolucionários e verdadeiros democratas a refletirem sobre a luta antiimperialista. A experiência recente da América Latina é rica neste sentido. Cabe aprender com os erros e não se contentar com as insuficiências que batalhas vitoriosas possam ocultar, desviando o povo do caminho da luta pela libertação nacional.

Ao contrário dos governos que estão até a alma comprometidos em garantir os interesses do capital financeiro internacional, o governo Chavez segue tomando medidas que atingem o imperialismo e as classes dominantes da Venezuela. Os acontecimentos registrados pelo documentário levaram o presidente Hugo Chavez e a maioria de seu governo a avançarem e implementarem medidas de estímulo à organização política do povo venezuelano a fim de resistir à ofensiva do imperialismo e impulsionar a “revolução bolivariana”.

Ficha Técnica:

Filmado e dirigido por: Kim Bartley e Donnacha O’Briain

Produção: Power Picture associada à Agencia de Cinema da Irlanda

Edição: Angel H. Zoido

Produtor Executivo: Rod Stonemann

Produzido por: David Power

Irlanda, 2003.

Duração:74 minutos, legendas em português.

Para desligar o som do blog é só clicar no stop do player do lado direito.


domingo, abril 05, 2009

Domingo

Hoje só quero sentir o que é bom. Aquilo que é gostoso. Sentir o Sol batendo na cara de manhã. Cheiro de Pão de Queijo, chocolate gelado.

Apesar da minha semana comprida, estou descansando. Correr no meio das árvores e ouvir uma música enquanto corro no meio das fezes do parque da prefeitura.

Quando se tem mais de trinta anos, perder a barriga não é fácil.

Mas tudo bem, tenho pouco dinheiro no bolso, mas não é culpa da crise econômica mundial. Enfim, não me importa.

Tenho um par de gatos safados e uma mulher com cabelos brilhantes. Ela. Ser amado.

Amanhã tem mais trabalho, trabalho e trabalho.

Até chegar outro dia, para você descansar novamente.


Eduardo Vinha by Fog



Músicas que eu não recomendo!!!

Dizem que gosto musical é que nem cú. Cada um tem o seu, certo?

Eu sou um cara que gosto de ouvir música boa, mas tem muita coisa bizarra por ai.

Olha só esses dois, com o hit "Fui chifrado na internet".

Suuuuuucesso (Ecaaaa).


sexta-feira, abril 03, 2009

Estou voltando

Olá, tem alguém ai ainda???
AlÔÔÔÔÔÔÔÔÔ
Tem alguém aqui??
Estou voltando.....
Aguardem!

MEOWWWWWWW!!!

segunda-feira, novembro 26, 2007

É pic, é pic...é pic, é pic, é pic!!!



É pic, é pic...é pic, é pic, é pic!!!


Saudades leitores amados. Faz tempo, tenho que confessar que este blog está passando por mais uma metamorfose. Antes eu só postava aqui para ganhar créditos durante a minha faculdade, depois peguei gosto pela coisa e agora isso aqui parece mais meu muro das lamentações moderno.


Eu estou feliz, dois amigos lembraram da existência deste criador de gato metido a blogueiro e com mania de falar “caralho” quando algo de bom (ou ruim) acontece!!

Estou com saldo negativo no banco e também recebi uma ligação do Bradesco, mas não era para dar parabéns, mas para me cobrar de uma “pendência” junto a minha agência.

Na hora eu falei sabe o que?

Rs...rs..rs....

E-mails foram vários e a noite cheguei em casa e foi recebido por um telefonema dos meus pais. Uau!!

Valeu, neste mundo capitalista pseudo-moderno, provavelmente eu compraria tudo isso com Master Card.

But in the World of whitesocks, nothing can buy this fellings.

Até o ano que vem se Deus quiser!!

Eduardo Vinha



domingo, setembro 30, 2007

A história de Antônio - Parte II

As coisas não andam nada bem, para nosso amigo Antônio, as entrevistas de emprego continuam aparecendo, mas a tão esperada volta ao mercado de trabalho ainda não se concretizou.

No mundo capitalista, você é aquilo que você pertence, sua conta bancária está no azul, seu carro é o ano, então tudo bem, todos te amam e o universo te respeita. Realidade distante de alguns milhões, ou quem sabe até bilhões de pessoas que vivem no planeta Terra, a filial do inferno, paraíso de poucos.

Não vou muito longe, para contar a continuação dessa história que começou no post anterior. Antônio está cada vez mais desanimado, com muitos poucos amigos, e nenhum com influência para colocá-lo em um emprego qualquer.

Seu porto seguro agora se resume aos seus pais, sim, os pais nunca viram as costas para seus filhos e apesar de toda sorte de Antônio estar soterrada debaixo de sete palmos, ainda ele pode contar com a ajuda de seus criadores.

Por isso é sempre bom lembrar, ame seus pais.

Amor não resiste à falta de dinheiro, e ele sabia que mais cedo, ou mais tarde a sua esposa iria estourar. Agora, Antônio é um vagabundo que só sabe ver jogo de futebol pela televisão e ler bobagens na internet. Palavras de sua esposa.

Imagine a situação, você desempregado (e desesperado), sua dívidas aumentando seu nome do Serasa (com o nome no cadastro de inadimplentes é impossível arrumar uma nova colocação no mercado, no Brasil, todas as empresas realizam uma pesquisa para ver se você está com o nome limpo, que paradoxo mais tupiniquim), agora aquela pessoa que estava ao seu lado, está contra você.

A vida continua, e na próxima entrevista, Antônio tem estar impecável, sorridente, comunicativo, prestativo e atento a todas as perguntas da selecionadora.

Nervos de aço para uma alma de banana, é isso que o mercado quer, seus problemas ficam do lado de fora da sala, lá dentro você é um cara forte e capaz, mesmo concorrendo com os Q.Is (Quem Indica) da vida.

Em casa, ele nem pode dizer nada, a paciência da sua esposa até que durou muito, já que Antônio está desempregado a quase um ano. Podemos chamá-lo de vagabundo, a coragem que ele tinha para olhar no espelho, hoje ele não tem mais, justo Antônio que toda a noite chorava por não conseguir uma recolocação, seu senso auto-crítico parece que perdeu a voz, diante das afirmações de sua esposa.

Antônio não tem coragem mais para olhar nos olhos daquela pessoa que estava do seu lado, dando apoio e atenção. A vergonha de ser inútil é uma das piores sensações que um homem pode sentir.

De todas as bobagens que Antônio lê na internet, essa é a mais triste e verdadeira delas.

sexta-feira, setembro 21, 2007

A história de Antônio


Todo dia Antônio acorda pensando se seu dia será diferente amanhã. Mesmo que com medo de enfrentar mais um dia de frustrações e rejeições, não desiste, afinal, as contas para pagar só aumentam e o dinheiro que havia garantido em sua demissão, só diminui.
O desemprego pegou Antônio de surpresa, após 20 anos de trabalho em uma mesma empresa, não esperava sua demissão.
No início parecia fácil, mas com o tempo, não sabia o que fazer com o tempo livre, e começou a trocar o dia pela noite. Sentindo-se um estranho dentro de sua própria casa, experenciando situações antes inimagináveis, passou a se sentir sozinho e deslocado.
A vida social tornou-se um problema e Antônio não sabe mais responder ao questionamento de sua família. É muito difícil o enfrentamento com uma sociedade que julga de maneira negativa o desempregado.
Todos nós crescemos ouvindo que 'o trabalho enobrece o homem', que 'vagabundo é aquele que não trabalha', e que 'só não trabalha quem não quer' e com Antônio não foi diferente.
A temática da marginalização acompanha o desempregado que tem no tempo seu maior desestabilizador, pois quanto mais o tempo passa, mais difícil retornar ao mercado de trabalho, mais difícil ser aceito nas entrevistas de recrutamento, mais fácil ser rejeitado, mais fácil se sujeitar a qualquer trabalho mal remunerado, mais fácil a família desistir e amigos se afastarem.
Nos caminhos tortuosos da compreensão que o desemprego exige, Antônio tenta compreender o que se passa, porque se sente estranho e por que todos vêem de forma banal seu sofrimento.
O problema é que o desemprego não tem data de término, e Antonio não sabe quanto tempo vai durar, o futuro para ele é uma incógnita e a espera só o fragiliza.
A partir do momento em que o sujeito está desempregado e quer retornar ao mercado de trabalho, suas aflições passam a ser muitas.
Às vezes o medo, as vezes a culpa, as vezes a angústia. Esses são os sentimentos que se misturam no dia a dia de Antônio.
O medo é o de não conseguir restabelecer-se. A culpa por se sentir responsável pela perda do emprego, a angustia por não saber como será o seu amanhã.
Antônio busca constantemente compreender a demissão, sempre se perguntando: Onde foi que eu errei ?
É natural buscar razões e motivos para o ocorrido. Quase sempre, quando fazem um balanço de sua história profissional, tendem a culpar-se e a responsabilizar-se pela perda do emprego.
Falar sobre a perda do emprego é falar sobre algo tão importante que pode alterar o modo de relação do sujeito consigo, com sua vida e com os outros. O desemprego afeta a forma de ser dos indivíduos, as estruturas familiares e sociais.
Os trabalhadores demitidos estão diante da ruptura de uma história, questionam-se sobre seus valores, sobre seu futuro, sobre suas vidas. A perda do emprego pode representar para o sujeito não uma, mas inúmeras perdas e rupturas.
A história de Antonio é como muitas outras histórias, de luta e sofrimento. O caminho não é tranqüilo, lidar com o desemprego é sofrer constantes feridas e cicatrizações. Ter que se refazer é o que constantemente tem que se fazer para enfrentar mais um dia. Isso me lembra o próprio Mito de Fênix, ave mitológica que tem o poder de se reproduzir sozinha, após atear fogo em si própria, renasce das suas próprias cinzas.

sexta-feira, julho 20, 2007

Vamos celebrar, in memorian


Morreu hoje em São Paulo, o senador (e bandido), Antônio Carlos Magalhães, com 79 anos dedicados a roubar e castigar ainda mais esse país.
Sua vida pública começou muito cedo, ainda na faculdade (onde eu aprendi o significado da palavra ética) ACM ingressou no movimento estudantil, foi presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Bahia.
Em 1967, tornou-se prefeito de Salvador pela ARENA (partido do governo militar), logo depois foi indicado para o governo da Bahia e no final dos anos 70, este velho safado foi para Brasília para mamar em berço explêdido e ficou até os seus últimos momentos de vida.
Neste momento começo a imaginar a quantidade de dinheiro que esse sujeito roubou da União, com a influência de cargos como o presidente da Eletrobras ou no Ministério das Comunicações (vide histórico de Luiz Gushiken e o favorecimento do atual ministro Hélio Costa para com as empresas de telecomunicação), onde o que conta é o poder do capital.
Devemos festejar o final da era do "toninho malvadeza", apelido criado para ACM.
Pois é, neste plano terrestre, sua missão foi de roubar e colaborar para que a nação brasileira (especificamente o povo da Bahia) ficasse na lama, sem desenvolvimento sustentável, sem projetos na área da educação, turismo e saúde.
Espero que seus herdeiros não continuem no poder, desejo que o seu suplente (e seu filho) tenha uma outra visão de como se trabalha em defesa dos direitos daqueles que votaram no seu pai.
Que os baianos façam festa, a verdadeira micareta fora de época, em comemoração a morte de um verme, mais um parasita que vive nos ares secos de Brasília.
Aqui, você não pagou pelos seus crimes, não foi preso e nem teve seus bens confiscados, mas resta a esperança que o fogo do inferno queime sua cara-de-pau, e que sua alma demore uns 3 séculos para se purificar.
Esses são os mais sinceros votos de condôlencias para você, Antônio Carlos Magalhães.
Descanse em paz, povo da Bahia, este ladrão não vai mais lhe roubar.
Eduardo Vinha

quarta-feira, julho 11, 2007

Loading...


De volta a São Paulo, estou bem, não sinto o peso do diploma nas minhas costas, apesar de saber o valor de todo conhecimento adquirido durante o processo de formação profissional, o famoso "nível superior".

Sorte do Renan, Roriz e colegas com anel de doutor que escaparam das garras do blog do Fog, falando em felinos, ele ganhou uma irmã, a Izzie Luna of Whitesocks.

Mas fora do meu bunker é impossível não sentir o cheiro da impunidade que permanece no Brasil, hoje e sempre.

Tudo bem, que agora não temos mais a censura e qualquer gato pode criar um blog e dizer (miar) o que a mídia não diz (mia).

Carreguei as baterias, limpei as lentes e conectei meu micro, a rede está formada...

Transformando fatos do cotidiano em momentos de alegria, reflexão e renovação.





Eduardo Vinha

terça-feira, julho 10, 2007

As caras da informalidade




Conforme consta no post anterior, aqui está o resultado de muito trabalho e dedicação.

Foi difícil, praticamente um ano de pesquisa de campo na busca dos personagens perfeitos de um mundo marginalizado pela grande mídia.

Pessoas com nível superior trabalhando de madrugada nas ruas do Brás, uma Psicológa vendendo doces na Avenida Paulista e o cara que abraçou a causa do hot-dog e hoje é um empresário de sucesso.

Histórias de vida retratadas em 10 minutos, a edição está rápida e dou minha palavra que não está cansativo.

Espero que eu consiga transmitir a minha mensagem a todos que assistirem.

Eduardo Vinha

sábado, junho 30, 2007

Com a palavra: O Bacharel...


É com muito orgulho que escrevo esse post, na minha atual posição de jornalista formado.
Foram quatro anos de muitas alegrias, conhecimento, aprendizado, cervejas, risadas, debates, brigas, discussões, xerox (muito xerox), projetos e amizade.

Fazer um curso onde se aprende como surgiu e como funcionam os meios de comunicação de massa, ter a oportunidade de conhecer matérias fascinantes como: filosofia, cultura brasileira, história da arte, jornalismo especializado, sistemas multimidias e internacionais da comunicação.

Não podemos esquecer da parte fria, como a Lei da Impresa e a Metodologia Cientifíca.
Voltando no tempo, lembro da bagunça, quando publicitários e jornalistas conviviam no mesmo ecossistema.

Não esquecerei vocês nunca, mesmo com aquela história de foto minha de cueca "bem louco" na rua.

Como disse a minha colega, a jornalista Mara Riveiros: " a gente só guarda na memória, os bons momentos, os problemas e dificuldade ficam para trás". Concordo plenamente.
Durante a percurso, muitos ficaram no meio do caminho, por problemas financeiros, pessoais, etc...

E também ocorreu a divisão: de um lado os publicitários e de outro os jornalistas.

A partir deste momento, comecei a sentir saudades, das conversas que atrapalhavam o professor Rouanet, das bobagens do Carlinhos Lindo, do Chen e do Parra, também é impossível esquecer do professor Sandro de PP.

Tive a chance de conhecer duas mulheres maravilhosas: Vera Vozzo e Regina Ros, vocês são demais, pela atitude, pró-atividade e amizade. Que os mais jovens possam enxergar o que eu vi em vocês.

Em contra-partida, a turma de jornalismo, tem uma outra energia, muito rancor, inveja, raiva, ganância e imaturidade, sei lá, mas parece que algumas pessoas já nascem com o DNA de fura-olho, sai fora, tô longe dessa gente....

Ainda bem que existe as exceções: Juliane, Priscila, Marcelo, Vitor, Lygia, Bruna (parabéns pelo seu 10!!), Camila, Nuria, Susan e claro da Mara Riveiros.

Aqueles colegas que pisaram na bola, ou quase nunca apareceriam na sala de aula e mesmo assim conseguiram o diploma a custa de muito atestado médico eu desejo muita saúde e coragem, pois o mercado de trabalho não tolera essa postura.

Porém prefiro continuar a parte boa da história e sigo em frente com a parte dos "confetes".

Meus mestres: Vitral, Sandro, Marina, Rouanet, Eiko, Lara, Pedro, Tereza, André, Rosemarie, Arthur, Sérgio e especialmente meus orientadores do projeto experimental: Vanice Assaz e Luis Santoro, muito obrigado por todo o conhecimento que vocês jogaram na minha mente.

Ao coordenador do curso de Comunicação Social, Franklin Valverde, agradeço pela paciência e apoio durante todo o processo de conhecimento. Obrigado a Universidade São Marcos, pela visão social que esse instituição possui.

Hoje eu enxergo o mundo com outros olhos, graças a todos vocês.

Finalizando, quero dedicar esse diploma a meus pais (Antônio e Maria de Lourdes) e familia, a minha mulher Janaina Vinha e meus dois felinos: Fog e Izzie.

Vocês são os responsáveis pela coragem que existe dentro de mim, pela força, espero ser merecedor de tanta energia positiva e prometo não desapontar, fraquejar, muito menos desistir.

Pessoal da TV São Marcos valeu pela chance, adorei...

Ricardo (Edição), obrigado pelas horas extras...

Saudades, agora é partir para os novos desafios e guardar na memória, tudo de bom que aconteceu nesses quatro anos...

Universidade São Marcos, muito obrigado!!


Eduardo Vinha



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Em breve o meu documentário...aguardem!!!

terça-feira, junho 26, 2007

Só preciso de um pouco mais de fôlego


Última semana de aula, toda a adrenalina está a flôr-da-pele, você aumenta seu batimento cardíaco, atráves de muita ansiedade, cigarros, medo, impaciência, coragem e outros tantos...

Que esses dias sejam breves, longos, não interessa, o importante é a intensidade dos fatos e a simplicidade da realidade.

Eduardo Vinha

terça-feira, junho 19, 2007

Hoje eu não vou falar "de nada"


Pois é...
Reta mais do que final para o término do meu curso de Jornalismo...
Minha antiga máquina, não foi encontrada pela polícia, tudo bem. Só espero que o infeliz que a roubou, faça bom proveito.
Tirar fotografias é uma arte, acessivel até para os amadores, sim, porque existem diversas pessoas que não têm nenhum conhecimento técnico e mesmo assim, conseguem tirar retratos fantásticos.
Duvido que aquele ladrão tenha sensibilidade para registrar momento algum.
Graças as pessoas que me amam, consegui um novo equipamento, mas moderno, com regulagens de ISO, obturador e diafragma manuais. O zoom ótico é simplesmente o dobro da outra e a resolução também subiu.
Mas eu gostava da minha Olympus, estava satisfeito, consegui roubar diversos fragmentos de alegria, revolta, amor, paz e muitos gatos e cães.
Vou parar por aqui, hoje não vou falar de nada...
Eduardo Vinha

segunda-feira, junho 11, 2007

Coisa de viado

Prezados leitores, curiosos e afins...
Saudades de todos!!
Após muitos dias, de luta contra o tempo, correria, vai para lá, vem para cá...
Assunto batido: TCC!
Novidades: Seletas e sórdidas!
Meu objetivo neste artigo era uma sessão de fotos sobre a Parada Gay. Sim, pois o blog do Fog nunca cobriu esse evento que reuniu mais de 3,5 milhões de pessoas.
Muita gente, e no meio dessa massa, vagabundo é mato, como dizem por ai.
Este estudante (ainda) de jornalismo tinha mais uma lição para aprender antes de tornar-se umjornalista.
Pois é, ontem eu estava lá, no meio do trio elétrico, ouvindo uma tecnera, tirando fotos, roubandoum pedaço do tempo.
Para vocês, para o mundo, expressar a minha visão, o meu ponto de vista de um grande evento.
As fotos ficaram demais, confesso com lágrimas nos olhos, uma dor estranha.
As imagens já estavam guardadas, momento de ir embora, estalar os dedos e deixar o pensamento fluir.
Conforme eu chegava perto da estação do metrô, mais difícil ficava meu caminho, mar de gente,cada um quer ir para um lado, nada coordenado, uma bagunça.
Empurra aqui, puxa lá, e simplesmente tudo vai. Algum ser humano muito "esperto", pegou a minha máquina fotográfica e meu bilhete único sumiram, impossível saber quem foi.
Quando percebi que ela não estava no meu bolso eu fiquei atordoado, paralisado, fui conduzido pelo fluxodas pessoas.
Durante a volta, me senti mutilado, como se arrancassem os olhos que congelam o tempo, o momento perfeito.
Parecia que eu estava sem um braço, uma extensão do meu corpo.
Hi...esse texto tá parecendo coisa de viado.
A PM prendeu um Gérson com vários objetos furtados durante a Parada Gay, na foto acima podemos observar a primeira linha de máquinas fotográficas, o quarto e o quinto equipamento da esquerda para a direira é uma Olympus, idêntica a minha.
Quarta-feira irei até o 4º DP, fazer um reconhecido da peça, espero que seja ela.

Eduardo Vinha


Foto e notícia relacionada:

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL50454-5605-8935,00.html

quinta-feira, maio 24, 2007

Blog do Fog encontra os Doutores da Alegria


Levar carinho e atenção através de muita brincadeira e palhaçada, esse é o trabalho da trupe "Doutores da Alegria", que visitou a Universidade São Marcos.

O projeto existe desde 1991 e, atualmente 17 hospitais, localizados principalmente nas periferias das cidades, recebem a visita dos Doutores da Alegria. São 53 "doutores", espalhados por quatro estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife.

Como estou fazendo um estágio na TV São Marcos, tive o prazer de conhecer Thais Ferrara, diretora artística do grupo de palhaços doutores, especialistas em besteirologia.

Crianças que ficam dias, semanas e até meses nos hospitais públicos, recebem pelo menos uma vez por semana, a visita desse profissionais que levam um remédio que não está a venda nas farmácias e por isso não são receitados pelos médicos: auto-estima.

Para Thaís, o trabalho é repleto de surpresas. "Costumo falar que palhaço em hospital é como piloto de Fórmula 1: um dia ambos vão dar com a cara no poste. No caso dos palhaços, teremos que nos deparar com cenas chocantes e mortes".

Realmente não tem preço levar um sorriso para uma criança que está em um hospital passando por um momento difícil, como um tratamento contra o câncer.

A ONG "Doutores da Alegria" possui um setor de sustentabilidade, que cuida dos patrocínios que geram as verbas necessárias para a concretização do projeto.

Gostei, muito bom, Thais, parabéns pelo trabalho que você faz, se nosso país tivesse políticos iguais a você, nosso Brasil seria diferente.

Eduardo Vinha

domingo, maio 13, 2007

Diversidade total é a Virada Cultural

A Virada Cultural é um evento realizado pela prefeitura de São Paulo, anualmente, milhares de paulistanos tem a oportunidade, de ter um contato mais próximo, com diversas manifestações artísticas e culturais.

Foram cinco palcos no centro (Sé, Boulevard São João, Anhangabaú, Vieira de Carvalho e Barão de Itapetininga) com temáticas diferentes (MPB, rock, música clássica, romântica e dança) .

Este blogueiro, quase maluco por causa do TCC, pensou que seria um ótimo programa para curtir com a minha esposa querida, deixamos o Fog em casa e partimos rumo ao centro velho, da cidade cansada.

Saindo da estação Anhangabaú, do Metrô, entramos no Shopping Light, almoçamos e caimos direto na Barão de Itapetininga, onde parecia, como diria Max Payne, a ante-sala do inferno.

Eu fui assistir ao show dos Inocentes, puro punk-rock brasileiro, gosto da música, as letras falam do menos favorecidos, das seqüelas do sistema capitalista.

Mas isso não é motivo para ser igual as pessoas que vi naquela rua, deitados no chão, ao redor, muitas garrafas de vinho e pinga, urina e fezes. Alguns nem conseguiam ficar de pé, uma mistura forte, de álcool, drogas, música alta e auto-mutilação.

Jovens perdidos, vivendo na era do excesso, de compras, dinheiro, consumo e miséria, vamos acabar com tudo, até com nós mesmos.

Minha esposa, não aguentou muito tempo por lá, mas ainda faltava uma hora para o show dos caras e eu queria ver. Saimos dali e chegamos no Boulevard São João, muito perto para tanta diferença.

São Paulo, são muitas faces, disfarces e distâncias, em menos de 200 metros, parecia outro lugar, onde o clima era família, tranquilidade, bom para namorar, beijar na boca e ser feliz.

Laércio de Freitas, sem não fosse um pianista profissional e talentoso, poderia ganhar dinheiro atuando como dublê do Morgan Freeman, em Hollywood.




Outra surpresa fanscinante foi encontrar o circo, sim, ele mesmo, com palhaços e brincadeiras infantis. As crianças ficam hipnotizadas com as brincadeiras do grupo pururuca, vencedor do Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo/2006.

Artistas de qualidade e grátis para a população, seria ótimo, mas estamos no Brasil.

O histórico da Virada Cultural é desanimador, no ano passado foi um fiasco devido ao medo da população diante dos ataques do PCC, no ano anterior o forte frio não ajudou para que os paulistanos fosse as ruas.


Esse ano tivemos outro acidente para manchar o evento, o grupo de rap Racionais MC´s subiu ao palco com mais de uma hora de atraso.

Não precisa ser pobre e da periferia para ficar nervoso com uma atitude como essa, eu que adoro concerto musicais, e paguei caro em alguns deles, também fiquei nervoso quando isso aconteceu.

Porém a mesma juventude que se destrói no exagero, ingerindo drogas e dormindo na merda, literalmente, também possui uma raiva sem causa, muito menos ideologia ou objetivo.

Devolver a violência que o sistema vigente produz não é a solução, infelizmente, ou felizemente, nossos adolescentes e jovens adultos são compostos, na sua grande maioria, por pessoas pacificas, seja da elite, ou da favela.

Se todo pobre, injustiçado e desempregado fosse estourar banca de jornal e queimar carro na rua, os episódios similares ocorridos na França iriam virar fichinha perto de nós.

A Polícia Militar de São Paulo demonstrou mais uma vez que é totalmente despreparada e irresponsável, ao realizar uma repressão desproporcional, atirando bombas de gás lacrimogêneo, spray pimenta, bombas de efeito moral e balas de borracha em uma multidão de mais de 30.000 pessoas. Foram ignoradas as pessoas com deficiências físicas, as crianças e idosos que estavam presentes.

Mano Brown, lider dos Racionais até tentou minimizar a situação, mas não teve jeito, o show não rolou e todos foram embora sobre o coro da borracha.

No Brasil, todos pagam o pato, por causa de alguns idiotas, como sempre.

Link relacionados:

Sobre o trabalho do Grupo Pururuca - www.funarte.gov.br

Pianista Laércio de Freitas - http://www.maritaca.art.br/laercio.html

Créditos Video do You Tube: usuário trasitobr


terça-feira, maio 01, 2007

Os trabalhadores em defesa do planeta?


Com certeza não, os trabalhadores de baixa renda (público alvo das festas sindicais) já colaboram e muito com meio ambiente, mas vou explicar melhor no final do artigo.

Primeiro vamos analisar a comemoração do dia do trabalho no Brasil, que é patrocinado pelo governo federal, responsável pelo circo armado na praça Campo de Bagatelle, na Zona Norte de São Paulo.

No palco palhaços como Zezé di Camargo e Luciano, César Menotti e Fabiano, Daniel, Exaltasamba, Edson e Hudson, Rio Negro e Solimões, Fábio Jr., Gian e Giovani, Guilherme e Santiago, Mastruz com Leite, Grupo Revelação, Rick e Renner, Cezar e Paulinho, Hugo e Tiago, Gino e Geno, Boka Loka e Frank Aguiar, entre outros.

A pláteia composta por mais de um milhão de malabaristas, engolidores de fogo, mágicos, trapezistas e diversos tipos de artistas, porque é uma arte sobreviver com um salário mínimo ou a aposentadoria de algum parente idoso.

Paulinho da Força é o mestre de cerimônia, com um discurso pró Lula, deixa de lado o desemprego e o abismo social para falar de meio ambiente.

Vivemos uma recessão maquiada através de dados e estatísticas sem credibilidade, um sistema político doente com uma oposição opaca diante um partido vermelho de vergonha, com bandidos disfarçados de parlamentares.

Parte da culpa é da grande mídia que também finge que tudo está bem, obrigado.

Mas não está, vale lembrar neste primeiro de maio que segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Seade revela o tamanho do problema. O contingente de desempregados nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal atingiu 3,171 milhões de pessoas em março.

Esses números afetam todos, inclusive os trabalhadores, no capitalismo funciona a lei da oferta-procura. Altos indices de desemprego influenciam na renda média da população, as empresas recusam a aumentar os salários, algumas até reduzem.

Será que temos motivos para comemorar??

Explicando sobre o tema da festa "defesa do planeta", os trabalhadores brasileiros já contribuem com o meio ambiente devido ao seu baixo poder de consumo. Não precisa fazer pesquisa para saber que familias com alto poder aquisitivo, consomem muito mais, gerando mais lixo e poluindo o planeta com seus carros 4x4 turbo diesel com 300 cavalos e um burro no volante.

Paulinho escolha melhor o tema para enganar o povo no ano que vem, o blog do fog está de olho e essa de meio ambiente, sinceramente, não colou.




Eduardo Vinha



PS: Gostei dos comentários do post anterior, a sua diversidade e essência, obrigado a todos, não sou atéu, sou espiríta...
Mas religião é muito complexo, a gente não acredita mas confia, bem minha cara.

segunda-feira, abril 23, 2007

Onde estará esse tal de Deus?


Hoje meu dia foi pesado, como nos últimos seis meses, dias sem emprego e com muito pouco dinheiro. Mas isso é passado, agora tudo vai mudar, pois meus recursos acabaram de vez, assim como minha idéia que exista um tal de "Deus" e que ele iria me ajudar a arrumar um trabalho.
Energias positivas, vibração e cura milagrosa são palavras que compõe o press release da Universal ou qualquer outra religião. O cabresto da sociedade criado para que manter os seres humanos em harmonia e de bem com o prôximo. Se tudo isso fosse verdade, muita coisa estaria diferente neste mundo.
Você ai em cima (Deus), precisa mostrar serviço aqui embaixo, seu lugar está prestes a ser ocupado por outra forma divina (e muito mais real que você), o dinheiro. Sim, e não é só porque a minha vida profissional está uma merda que eu estou dizendo isso, mas vamos analisar alguns fatos e imaginar a postura de "Deus".
Onde estás enquanto milhares de pessoas estão sendo mortas e mutiladas na guerra civil do Sudão? O que fazes para minimizar a fome dos africanos doentes de Aids? Por que no Brasil só vai para cadeia (e cumpre pena) ladrão de galinha e gente (pobre) inocente? Por que existe tanta gente corrupta, malvada e cruel vivendo em Resorts na Costa do Sauípe?
Alguns vão dizer que é porque este mundo é de expiação e provas, mas só para alguns, certo?
Cada dia que passa, tenho mais certeza que essa história de fé e religião é coisa para boi dormir, manipulação das instituições, afinal quem tem um bom caráter e não faz mal ao prôximo não leva nenhuma vantagem daquele que é egoista e sem ética.
Religião é negócio, dá muito dinheiro e atrai aqueles que não tem mais esperança, sem instrução (pois aquele que estuda mais de 15 anos, já questionou essa história de Deus), baixa renda e grande parte leva uma vida sem rumo. A partir deste momento a pessoa começa acreditar em "Deus", algo que é virtual.
Hoje não vou conversar com você (Deus), muito menos com seu filho, não quero atrapalha-los, podem se divertir com tudo que passa aqui embaixo, se vocês não fazem nada, é porque está bom de ver ai em cima.
Assistir deve ser ótimo, mas viver, não é nada agradável.
Eduardo Vinha

sábado, abril 14, 2007

A cara do Brasil


Desculpem pela foto, é feia, sem cor, mas representa a minha cara diante do resultado da operação "hurricane" realizado pela Polícia Federal.

Primeiro pelo nome, isso parece mais nome de um produto qualquer, idéia de um publicitário decadente, porém a assessoria de imprensa da PF está de parabéns, agentes com GPS de última geração, carros alugados e um treinamento especial para essa operação contra a exploração de jogos ilegais no Rio de Janeiro.

Mas o show estava apenas começando, e durante o espetáculo surgiram os grandes personagens: O desembargador federal José Eduardo Carreira Alvim, seu colega, José Ricardo de Siqueira, o juiz Ernesto da Luz Pinto Dória, do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 15ª Região (SP) e o procurador regional da República do Rio de Janeiro, João Sérgio Leal Pereira.

Também participam do esquema donos de escolas de samba e diversos integrantes das polícias civil e militar.

Será que um salário inicial de R$ 10 mil Reais e diversos benefícios concedidos por direito não são suficiente para viver "razoavelmente" bem? Outra questão é a impunidade que temos no Brasil, nossa memória não é muito boa, esquecemos de fatos importantes com muita facilidade, com a ajuda da mídia.

Uma frota de carros importados e mais de 10 milhões de Reais foram apreendidos pela PF. Aqui é o país da impunidade, nossos magistrados praticando o tráfico de influência, tirando dinheiro de quem quase não tem.

Minha cara de bunda fica maior ao imaginar o público alvo das máquinas caça-níqueis. Homens de baixa escolaridade e renda, quando sobra um dinheirinho, corre para o bar e gasta tudo em pinga e no jogo.

Como deve ser a sensação de andar em uma Mercedes Benz graças a um bando de pobres infelizes que se divertem inserindo moedas numa maquina luminosa e barulhenta?

Esses acusados são mestres em legislação, ao lado da lei e com alguns arquivos mortos, está tudo certo, nada de cadeia, eles são pessoas idôneas, idosas e com a saúde debilitada e sofrem de depressão.

No máximo uma prisão domiciliar, daqui a 10 anos, pois o habeas corpus sai em 48 horas.

Fogo de palha, milho para a mídia, não dou 10 dias e o furacão passará.


Eduardo Vinha

sexta-feira, abril 13, 2007

Paulo Markun na Universidade São Marcos


Prezados leitores, desculpe a demora, está cada vez mais difícil dedicar tempo para esse meu blog amado e querido. Mas bola pra frente e comentando a passagem do jornalista Paulo Markun, na Universidade São Marcos, em São Paulo.

Markun contou brevemente sobre toda sua trajetória, durante sua carreira de jornalista até os dias atuais.

Paulo Markun nasceu em São Paulo, em 1952. Jornalista profissional desde 1971,foi repórter, editor, comentarista, chefe de reportagem e diretor de redação em emissoras de televisão, jornais e revistas. Atualmente, apresenta o programa Roda Viva da TV Cultura (segundas-feiras, dez e meia da noite), é editor do Jornal de Debates (recriou na internet a versão do jornal de 1946) e preside o Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de Santa Catarina.É autor de oito documentários e doze livros.

Atualmente ele tem o projeto Jornal de Debates, http://www.jornaldedebates.ig.com.br/index.aspx?tma_id=873 , um site onde quem produz os conteúdos jornalísticos são os próprios internautas, segundo o jornalista: "Todo e qualquer internauta poderá participar do JORNAL DE DEBATES, desde que preencha o cadastro e aceite o termo de responsabilidade. Seu primeiro artigo, charge ou comentário passará pelo editor, para verificar se respeita os preceitos estabelecidos pela publicação. Caso esteja conforme, será publicado, dando a seu autor o direito de enviar colaborações diretamente para o site, sem passar pelo crivo do editor. É uma espécie de voto de confiança, revogável em caso de desrespeito às normas divulgadas ou do uso indevido do espaço".



Essa iniciativa permite que qualquer pessoa seja repórter por um dia, de um lado perdemos em credibilidade, mas ganhamos na diversidade de opinião e pontos de vista.

Não é necessário ser estudante de jornalismo, portanto, sem comprometimento com a ética, o senso comum não conhece os valores que só uma formação acadêmica pode proporcionar aqueles profissionais especializados em comunicação social.

Independente da credibilidade, o importante é a interação e a conectividade em individuos que vivem, sonham e surfam nas ondas da internet.

Boa palestra, recomendo a todos, Paulo Markun é uma referência no jornalismo brasileiro, ao vivo ele prova que é capaz, muito bom.

Eduardo Vinha

Fonte / maiores informações:

http://www.paulomarkun.com.br/